Uma oficina gentil de ciência-ilustração-performativa sobre outras formas de comunicação poética desenvolvendo haikus pictóricos para ousar conhecer seres vivos tão antigos como são os cefalópodes!
| A partir dos livros: Polvos, Lulas e Chocos, de Rui Afonso Rosa e Carlos Sousa Reis; Dicionário da Língua Portuguesa e outros livros.
| Sentido: A partir do conhecimento de algumas
características do comportamento do polvo (e de outros cefalópodes), vamos
experimentá-las poeticamente através da criação performativa de “haikus”
pictóricos, resultando num diário original de imagens e de palavras. Um
caminho para a curiosidade lúdica, usando de forma integrada o corpo-mente como
o do polvo, para o nascimento livre da palavra poética numa breve introdução ao
haiku silvestre e à técnica da tinta nanquim.
Usar o dicionário de forma divertida para
aprender palavras novas, é coisa para um polvo fazer!
Mas… poderão os animais selvagens comunicarem connosco usando outras formas linguísticas?





















